sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Maria Gadú - Amor de Índio
Quantum black holes
Living in a middle ground between the light fundamental entities of particle physics and the massive black holes of astrophysics are objects that trap light but don’t obey classical rules.
http://scitation.aip.org/content/aip/magazine/physicstoday/article/68/1/10.1063/PT.3.2656
http://scitation.aip.org/content/aip/magazine/physicstoday/article/68/1/10.1063/PT.3.2656
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«O mal de quem apaga as estrelas
é não se lembrar de que não é com candeias que se ilumina a vida».
Torga
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
O acorde
O espaço entre uma nota errada
e outra, o acorde mal executado
rompeu e segue para algures.
Promessas deixadas para trás
numa casa vazia, onde quer
que fiquem, obrigam ao regresso.
Acabamos por herdar a sua vida
como se fosse uma canção
sem palavras, uma perda,
embora seja nossa a oportunidade
de suspender o tempo, ouvir e perdoar
o desvio da corda transviada.
John Mole, in TLS (31/10/2014).
O espaço entre uma nota errada
e outra, o acorde mal executado
rompeu e segue para algures.
Promessas deixadas para trás
numa casa vazia, onde quer
que fiquem, obrigam ao regresso.
Acabamos por herdar a sua vida
como se fosse uma canção
sem palavras, uma perda,
embora seja nossa a oportunidade
de suspender o tempo, ouvir e perdoar
o desvio da corda transviada.
John Mole, in TLS (31/10/2014).
um fotógrafo: Michael Shainblum
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Welcome to the year 2015 = MMXV = 13*5*31
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Nenhum homem é ilha
Considerado o maior poeta inglês, dos chamados "metafísicos", John Donne (1573-1631) é
sobretudo conhecido pelo que muitos julgam ser um poema, que começa assim: "No man is an island..." Clérigo, de exercício, essas suas palavras, no entanto, são apenas o terceiro parágrafo (em prosa) da chamada Meditation XVII. Já no século XX, foram glosadas por Hemingway, em livro bem conhecido - For whom the bell tolls.
sobretudo conhecido pelo que muitos julgam ser um poema, que começa assim: "No man is an island..." Clérigo, de exercício, essas suas palavras, no entanto, são apenas o terceiro parágrafo (em prosa) da chamada Meditation XVII. Já no século XX, foram glosadas por Hemingway, em livro bem conhecido - For whom the bell tolls.
Respeitando a tradição, aqui tentamos uma versão livre, em verso português. das suas perenes palavras:
Nenhum homem é ilha,
inteiro em si mesmo.
Cada um faz parte do continente,
pequena parte de um todo.
Se um pouco de terra for banhada pelo mar,
a Europa não o será menos.
Como tudo aquilo que é teu
será também do teu amigo.
A morte de um único homem
diminui-me, porque estou ligado
a toda a humanidade.
Por isso, não mandes perguntar
por quem o sino dobra.
que ele, também, dobra por ti.
Via: Arpose
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