quarta-feira, 18 de novembro de 2015
My dear,Albert Camus
In the midst of hate, I found there was, within me, an invincible love.
In the midst of tears, I found there was, within me, an invincible smile.
In the midst of chaos, I found there was, within me, an invincible calm.
I realized, through it all, that ..
In the midst of winter, I found there was, within me, an invincible summer.
And that makes me happy. For it says that no matter how hard the world pushes against me, within me, there’s something stronger – something better, pushing right back.
Truly yours,
De que forma te amo? Deixa-me contar as maneiras.
Amo-te em profundidade, respiração e altura
A que pode chegar a minha alma, até perder de vista,
Com todas as forças do meu Ser e da Graça ideal.
Pelo nível mais alto a que se chega em cada dia
Na sua necessidade mais tranquila, ao Sol, mas também
pela treva iluminada, livre, como se luta p'la Justiça,
Da forma mais pura, como se prescindisse de qualquer louvor,
Amo-te com a paixão inteira com que me entregava
Às minhas dores mais fundas ou com a fé das crianças;
Eu amo-te com todo o amor com se perdem os Santos
Mais queridos. Amo-te da mesma forma que respiro,
Com risos e lágrimas de toda a minha vida. E, se Deus quiser,
Hei-de amar-te ainda mais, depois da minha morte.
Elizabeth Barrett Brrowning, in Sonnets from the Portuguese.
Amo-te em profundidade, respiração e altura
A que pode chegar a minha alma, até perder de vista,
Com todas as forças do meu Ser e da Graça ideal.
Pelo nível mais alto a que se chega em cada dia
Na sua necessidade mais tranquila, ao Sol, mas também
pela treva iluminada, livre, como se luta p'la Justiça,
Da forma mais pura, como se prescindisse de qualquer louvor,
Amo-te com a paixão inteira com que me entregava
Às minhas dores mais fundas ou com a fé das crianças;
Eu amo-te com todo o amor com se perdem os Santos
Mais queridos. Amo-te da mesma forma que respiro,
Com risos e lágrimas de toda a minha vida. E, se Deus quiser,
Hei-de amar-te ainda mais, depois da minha morte.
Elizabeth Barrett Brrowning, in Sonnets from the Portuguese.
domingo, 15 de novembro de 2015
“Já pedi boleia sozinha, na China, fui tatuada por um monge e fiz
mergulho em alguns dos lugares mais belos do mundo. Escolho sempre os
transportes públicos e já passei 14 horas num ferry onde era o único
estrangeiro. Os locais vieram ter comigo tirar fotografias e, apesar de
não conseguirmos comunicar, tentaram dar-me bananas”, explicou.
Através do blog Me My Travel Muse
Através do blog Me My Travel Muse
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
© Jose Luis Barcia Fernandez
Shadowlands, Jose Luis Barcia Fernandez
É um exemplo simples, objectivo e
indesmentível. Que ajuda a desmontar ou desmistificar a sacralidade
dogmática instrumental da Economia, na sociedade dos nossos dias. E é
referido pelo economista e sociólogo francês Bernard Friot (1946), desta
forma linear: uma baby-sitter vem tomar conta do bebé de uma
família, recebendo, em troca, um pagamento por esse serviço - uma
transação, para todos os efeitos, que é acrescentada ao PIB; se for o
avô ou avó a encarregarem-se dessa tarefa, gratuitamente, não há valor
acrescentado, nem registado pela contabilidade nacional. Ora, o valor
social do acto é o mesmo.
in Arpose (blog)
in Arpose (blog)
Te propongo esta noche
llegar a un acuerdo,
un diálogo entre mi cuerpo y tu cuerpo
una conversación sin palabras,
un silencio de proyectos,
que tus dedos interpreten
el lenguaje de mis dedos.
Te propongo, simplemente,
alargar la caricia,
no planear la llegada a la cima
sino navegar con el remo de mis brazos
no utilizar para nada el salvavidas
ni que el tiempo detenga la mirada
dirigida a los botones de tu camisa.
Te propongo un pacto de susurros,
una tertulia de gemidos,
un monólogo de gritos,
que todo lo que no dijimos
en la piel permanezca escrito.
Te propongo una noche interminable,
lenta, muy lenta, tan lenta
que cuando nos interrogue la mañana
no sepamos quiénes somos
ni hacia dónde vamos,
como si aprendiéramos de nuevo a leer
igual que dos niños pequeños,
como si aprendiéramos de nuevo a escribir
sobre el pálido folio de nuestro cuerpo.
Te propongo una lectura corpórea
desde el prólogo de tus ojos
hasta el epílogo de mi boca.
Gloria Bosch
Os Barcos são a imagem que resta para fugir
mas só as palavras nos embriagam
são labareda que devora os barcos e a memória
onde nos movíamos
esquecemos o que nos ensinaram
e se por acaso abríssemos os olhos
um para o outro
encontraríamos outra imobilidade outro abismo
outro corpo hirto
latejando na imperceptível ferida nocturna
pernoito na precária vida do fogo
este rumor de mãos ao de leve pelo corpo
adormecido na superfície do espelho
assalta-me o desejo incerto de te acordar
e o medo de querer de novo tudo reinventar
(Al Berto - Vigílias)
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